HELLO NYC – Chelsea, Highline e patinando no Rockfeller Center

Atrasada, mas vamos continuando os posts da viagem! Nesse dia, fomos conhecer a região de Chelsea e do meatpacking, em especial o Chelasea Market e o highline, uma espécie de parque suspenso construído em um antiga linha de trem.
Como era domingo, decidimos ir logo ao mercado e tomar o tradicional brunch americano. Eu amo mercados e com o Chelsea Market não poderia ser diferente! Ele é enorme, mega charmoso e estava lindamente decorado para o Halloween, com direito a abóboras e figuras assustadoras espalhadas por todos os cantos.
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Como o clima ainda não estava tão frio, escolhi usar minha parka militar, com um base de calça e blusa pretas e acessórios em tons de amarelo, que caem muito bem com o verde escuro da parka.

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TÊNIS – ADIDAS, PARKA – ZARA, GORRINHO – ALIEXPRESS

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Para o brunch, escolhemos o Sarabeth’s, um restaurante tradicional que vende pães, bolos e deliciosas geleias caseiras. Fui de muffin com banana e bleuberries, acompanhados de um café quentinho pra espantar o frio.

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Ficamos passeando pelo mercado e depois passamos num lugar famosinho do Chealsea Market chamado Lobster Place, uma espécie de mercado de peixes. Fiquei impressionada com a seleção, variedade e qualidade dos produtos! Mas a maior novidade desse lugar, é que é possível aproveitar e comer tudo ali na hora, fresquinho! Sushi e sashimi, camarões fritos na hora e o carro chefe da casa – a lagosta no vapor, servida com limão e manteiga – uma delicia!! Você escolhe a lagosta pelo tamanho (tem da pequena até a jumbo!), espera uns minutinhos e pronto! O lugar não tem mesas, apenas umas bancadas onde se come em pé mesmo e, acredite, um lugarzinho nessa bancada é disputadíssimo, principalmente no horário de almoço.
Escolhi a lagosta média e não acreditei no tamanho!
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Depois de comer essa lagosta assim quase de joelhos de tão gostosa, fomos ao Highline, que fica pertinho do mercado. O povo de NY ama um parque… então, não achei surpresa terem decidido transformar uma linha de trem desativada em um lindo parque suspenso, que corta a parte oeste de Manhattan. O parque é uma delicia de andar! Cheio de banquinhos, gramados, plantinhas coloridas e belos mirantes suspensos de onde é possível ter lindas visões das ruas da cidade. Vale caminhar por toda sua extensão e parar pra assistir o por do sol no rio Hudson, que fica já no finalzinho do parque. Um passeio diferente, cheio de surpresas pelo caminho, pra fazer sem pressa, aproveitando a vista e os cantinhos que o parque tem a oferecer.

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Após a caminhada pelo High Lane, decidimos aproveitar o final da tarde pra patinar na famosa pista do Rockfeller Center. Eu nunca tinha patinado no gelo e estava morrendo de medo, mas fui mesmo assim. A pista não estava muito cheia, o que foi bom pra diminuir meu medo de acabar esbarrando em alguém e caindo… Coloquei os patins e fui na coragem, mas assim que pisei no gelo achei que ia cair! muuuuito escorregadio! Demorou pra habituar, mas, no fim, consegui dar umas duas voltas na pista direto sem me apoiar nas barras e não caí nenhuma vez! A sensação de patinar é algo incrível, de uma liberdade que poucas vezes eu tinha sentido. Fiquei morrendo de vontade de já experimentar em outra oportunidade!

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E fiquem ligados aí qe prometo liberar o mais rápido possível o restos dos posts da viagem!

HELLO NYC – Um dia nos museus!!

Continuando com os post da viagem, vou contar hoje um pouco do nossa segundo dia por aqui, que foi dedicado pra conhecer dois dos principais museus de NY – America Museum of natural history (que ganhou fama bem maior após o filme “uma noite no museu”) e o Metropolitan Museum of art, mais conhecido como MET.
Nova York é uma cidade capaz de enlouquecer os apaixonados por museus. São tantos e tão diversos que fica difícil escolher o que visitar e o que deixar pra próxima. Tenho certeza que dá pra montar uma viagem inteira por aqui só visitando os mais variados museus. No meu caso, por ser minha primeira vez na cidade e por não ser assim tão ligada em arte, resolvi conhecer os museus que considero os principais e ir conhecendo os restantes em outras oportunidades.
Uma coisa bem legal que facilita a visita ao museu de história natural e ao MET, é que os dois então um de frente pro outro, separados pelo central park. Basta atravessar o parque pra ir de um museu a outro. O museu de história natural fica na parte oeste e como é o mesmo lado do meu hotel, decidimos ir lá primeiro e depois seguir para o MET, que fica no lado leste do central park.
Uma dica legal é ir aos finais de semana, quando os museus ficam abertos até mais tarde e é possível conhecer os dois com mais calma.
Esse dia estava bem frio, e começamos tomando um café quentinho e croissaint recheado de chocolate no Le pain Quotidean, que oferece boa comida, mas o que mais amei mesmo foi o café de tampa Rosinha!
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O café combinou com meu look todo Rosinha, complementado com coque rosquinha e lacinho romântico na cabeça.

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Chegamos ao museu e encontramos uma fila grande, mas que seguia rápido. Depois da inspeção das bolsas, você pode comprar a entrada do museu, que tem um preço sugerido de 22 dólares. Falo “sugerido” pois a entrada é uma doação, e você paga o valor que quiser pra entrar, a não ser que você procure os guichês eletrônicos, que tem filas bem menores. Foi o que fizemos e não lembro de ter visto uma opção de mudar o valor pago.
A magia desse museu já começa logo no lobby, onde há enormes dinossauros montados.
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O museu se propõe a contar a história da natureza e de suas civilizações, desde o Big bang, passando pelo desenvolvimento da vida animal e das sociedades primitivas até as mais modernas. São usadas animações, algumas interativas, fósseis, animais empalhados que foram doados ao meseu, objetos e desenhos temáticos sobre as civilizações mais antigas.

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O museu é gigante! Uns 5 andares e não vou colocar mais fotos pra não estragar a vista tá?
De lá, comemos o famoso hot dog em um dos milhares de carrinhos espalhados pelas ruas e seguimos pelo central park em direção ao MET. Achei super fofo que encontramos um casamento no caminho!

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O MET é museu bem mais “tradicional” que o de história natural. Conta com inúmeras obras de arte, desde pinturas, esculturas, fotografia e objetos de civilizações antigas do Egito, Grécia, Turquia… Também é enorme e dá pra passar, tranquilamente, mais de metade de um dia por lá.
A parte que mais amei foi a do Egito!! Onde tem inúmeros objetos, sarcófagos, vasos, reconstruções do interior de pirâmides e até um múmia de verdade!
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Saímos do MET por volta das 21h e, famintos, fomos jantar no Serafinas, um italiano bem pequeno, com comida boa, mas um pouco caro para o que oferecia. Comemos uma pizza de massa fininha com mozzarela, tomate e manjericão! Uma delicia!

E a viagem tá so começando!! Espera que ainda vem muita coisa legal por aí!

Cancún e Riviera Maia: Chichen Itzá e Cenote Ik-Kil

Bora continuar que ainda tem muuuita coisa da viagem pra contar pra vocês! Tenho fé que um dia a gente acaba! kkkkkk

O post de hoje foi de um dos lugares mais especiais que visitamos durante esses dias e, sem dúvidas, um dos principais cartões-postais da região, sendo considerado oatrimônio da UNESCO – a cidade de Chichen-itzá, que era o centro político da antiga civilização maia e famosa pelas grandes construções, destacando-se a pirâmide de Kukulcán, a praça das mil colunas e o o campo de jogos.

Chichen-Itzá fica um pouco distante tanto de Cancún como de onde estávamos hospedados, cerca de 200km de distância, o que equivale a mais ou menos duas horas de voagem de carro. Pelo que li, existem duas estradas por onde é possível fazer o passeio, uma mais antiga, sem pedágios e outra mais moderna, que conta com dois pedágios um tanto salgados – cerca de 60 dólares mais ou menos. Confesso que o que fiz no dia da viagem foi apenas colocar o endereço no Waze e seguir o caminho escolhido pelo GPS, que acabou sendo a estrada antiga, sem pedágios. A estrada não é tão conservada, mas achei a viagem tranquila, com muitos vilarejos super charmosos durante o caminho. Além do carro, é possível ir em vans ou ônibus de excursão, que podem ser contratados nos mais diversos pontos turísticos de Cancún.

Chegamos lá por volta das 11h da manhã e compramos o ingresso na bilheteria por cerca de 220 pesos. Logo na chegada uma coisa já chamou a atenção – o Calor! Gente, é muito quente!!! E pra piorar o calor, as estradas são longas, de terra batida e as sombras e bancos são escassos, por isso, use roupas leves, leve sua garrafinha de água e abuse do seu protetor e da água termal!!

Logo no caminho para as reínas já é possível ir parando nas inúmeras barraquinhas de artesanato espalhadas por lá. Se quiser comprar algo desse tipo, o lugar é aqui – foram os preços mais baratos que encontramos e os produtos de maior qualidade. E aqui vale a lei da pechincha viu!! Vale dizer que é brasileiro, que está quebrado… pode chorar que eles negociam bem! Chegamos a levar coisas por menos da metade do preço pedido inicialmente pelo vendedor!

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Comprei uma caveirinha dessas aí! Fofas demais!!!

Logo que você entra na cidade, um monumento de longe já chama sua atenção – a maravilhosa pirâmide de Kukulcán, considerada um das sete maravilhas do mundo moderno.

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A pirâmide conta com exatos 365 degraus, que representam os 365 dias do ano de acordo com o calendário maio, divididos em quatro escadarias uma em cada lateral da pirâmide. Além do seu tamanho, a pirâmide apresenta alguns fatos muito interessantes – batendo palmas em frete a escadaria, é possível ouvir o eco da pirâmide na forma do canto de um pássaro e, durante o solstício, a luz do sol bate na pirâmide de forma a projetar sobre suas escadarias a figura de uma serpente, o que seria um tributo para comemorar a mudança da estação.

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Vale look na frente da pirâmide???

 

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Como já tinha ouvido falar muito do calor em Chichen-Itzá, fui preparada! Escolhi um vestido de malha listrado e soltinho da Renner, coloquei um tênis branquinho e chapéu pra proteger do sol. E digo a vocês – levem chapéu! O calor é tanto e o sol tão forte que meu marido não levou e acabou comprando um por lá…

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Além da pirâmide, é possível observar outras ruínas e um cenote onde eram realizados sacrifícios humanos – o cenote sagrado

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TEMPLO DOS GUERREIROS
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PRAÇA DAS MIL COLUNAS
Sem título
CENOTE SAGRADO

Outra atração bem interessante é o campo onde eram realizados os “jogos de pelota”, onde a bola deveria ser arremessada e passar pelo interior de um anel de pedra – detalhe, a bola só poderia ser arremessada usando os quadris ou cotovelos! Joguinho difícil né não???

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Ficamos cerca de duas horas em Chicehen-Itzá vendo as ruínas e comprando várias lembrancinhas. Saímos de lá por volta das 14h e fizemos uma paradinha em um cenote super famoso que fica a apenas 3km de distância – o cenote Ik-kil.

Esse cenote é bastante famoso, mas, pra ser sincera, achei o cenote dos Ojos bem mais bonito! Ik-kil fica localizado bem próximo a Chichen-Itza e é preciso pagar em torno de 15 dólares pela entrada. Fomos num dia de domingo e o lugar estava bem cheio! Para ter acesso ao cenote, que fica a cerca de 25 metros da superfície, é preciso descer uma escadaria longa e molhada, mas, se você preferir, pode só ficar observando a água lá de cima.

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TÁ VENDO ESSE PONTINHO DE CALÇÃO VERDE?? É MEU MARIDO PULANDO LÁ DE CIMA!!

Durante a descida, também é possível ir observando o cenote por alguns mirantes:

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PARADA PRA SELFIE!!

Esse cenote lembra um grande poço natural, com uma cratera enorme que se estende por cerca de 50 metros de profundidade! A água não é clara como a do cenote dos Ojos, mas de um tom verde esmeralda que fica enfeitado por vários peixinhos escuros que nadam no local. Eu tenho um certo pavor de poços e água escuras, principalmente com essa profundidade tão grande… Enquanto meu marido correu pra saltar, fiquei na borda com muito medo de entrar… Acabei alugando um colete salva vidas  e entrei bem rapidamente. Se você não sabe nadas, alugue um também! a profundidade é enorme e o cenote é muito extenso, com poucos pontos de apoio para descansar um pouco.

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VISÃO DE DENTRO DO CENOTE

Mas, pra você que é aventureiro, meu marido me contou que foi o melhor mergulho que ele deu na vida!

E, no próximo post, vou contra a vocês da minha visita ao parque Xcaret!!

Cancún e Riviera Maia: Cenote dos Ojos

Lembram que terminamos o último post saindo de Tulum? Pois bem, saindo de lá, fomos conhecer um dos inúmeros cenotes que existem na região, e antes de falar mais dele pra vocês vou responder uma pergunta que talvez você esteja se fazendo agora – “mas o que raios é um cenote”?

Eu também nunca tinha ouvido falr de cenotes na minha vida até o dia que comecei a programar essa viagem, e, claro, o wikipedia me ajudou a entender melhor o que eram os tais cenotes… Segundo o site, “Cenotes são conexões entre a superfície e áreas alagadas subterrâneas. Enquanto os cenotes mais conhecidos são grandes piscinas medindo cerca de 10 metros de diâmetro, como as existentes em Chichén Itzá, o maior número de cenotes são pequenos locais abrigados e não necessariamente tem qualquer água de superfície exposta (…) As águas dos cenotes geralmente são límpidas, porque esta provem de filtragem de água de chuva lentamente através do solo e, portanto, contém poucas partículas suspensas. A taxa de fluxo das águas subterrâneas dentro de um cenote pode ser muito lenta. Em diversos casos, cenotes são áreas onde secções do teto das cavernas cederam, revelando um sistema de cavernas subjacente e as taxas de fluxo podem ser muito mais rápidas, cerca de 10 km (6,21 mi) por dia. Cenotes ao redor do mundo atraem exploradores de cavernas, que documentaram extensos sistemas de cavernas inundadas através deles, alguns dos quais com cerca de 100 km (62,1 mi) de extensão ou mais.”

Resumindo, cenotes nada mais são do que grandes cavernas inundadas por água, em sua maioria proveniente da chuva, mais em alguns cenotes existe comunicação direta com o mar. Além da área que fica visível, mais rasa, a maioria dos cenotes esconde um mundo de cavernas subterrâneas que formam verdadeiros labirintos e podem chegar a 100m de profundidade!! Como dito no texto acima, écomum exploradores de cavernas procurarem os locais pra fazer mergulhos explorando essas profundezas. Mas mesmo se você não é mergulhador, da pra nadar nas áreas expostas e mais rasas dos cenotes, que costumam oferecer águas absurdamente cristalinas e paisagens de tirar o fôlego!

O que não falta na região da Riviera Maia são cenotes! Um dos guias falou que existiam pelo menos uns 100! Ou seja, impossível ver tudo numa viagem! então, decidi escolher dois dos mais famosos pra visitar, o cenote dos Ojos (o mais famoso da região) e o cenote ik-kil, que será assunto de outro post mais adiante. Bom, o cenote dos Ojos é, sem dúvidas, o mais conhecido da região,e para entra basta pagar uma pequena taxa – algo em torno de 7 dólares. Ele é formado por duas áreas externas, denominadas “primero Ojo” e “segundo Ojo” que se comunicam por um labirinto de túneis subterrâneos que podem chegar a 80m de profundidade. Pra ver a comunicação entre os dois Ojos, é preciso ser um mergulhador experiente e levar material de mergulho, ou seja, não rolou, mas existe um tipo de passei que te proporciona conhecer a parte mais “profunda” da área externa do cenote usando apenas snorkel, mas com direito a escuridão total, cavernas ocultas e muitos morcegos!

Infelizmente, perdi as fotos que fiz no dia, então vou pegar algumas imagens da internet pra vocês verem a maravilha que é esse lugar.

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Lindo não é? E a água é dessa corzinha mesmo! Pleas primeiras fotos parece super raso! mas nessa última imagem da pra ter uma noção melhor da profundidade! é bem fundo, mas eles oferecem colete se você. Essa parte mais iluminada que aparece na última foto, é a parte que pode nadar livremente. Vê essa região mais escura pra qual os mergulhadores estão indo? A partir daí, é possível visitar uma parte com snorkel apenas e a ajuda de um guia ( não pode ir sozinho, pois tem risco sim de se perder!), até chegar a uma caverna cheia de morcegos. Dali em diante, só mesmo com cilindro e uma equipe experiente.

Decidimos pagar o guia e fazer o passeio até a “bat cave” como eles chamam por lá. Pagamos cerca de 70 dólares o casal, com direito a roupa de neoprene, snorkel, nadadeira e lanternas e um guia para ir mostrando o caminho. O passei dura cerca de 1 hora e é absolutamente INCRÍVEL!!!!!! Nunca tinha tido uma experiência como aquela na minha vida! No começo dá muito medo, principalmente pela escuridão e também pela profundidade que chega a 8m em alguns trechos do passeio, mas você vai acostumando. Percorremos trechos escuros, com direito a muitas estalactites e estalagmites, passagens estreitas e uma linda caverna no final, com uma abertura lá no teto que permitia a luz do sol entrar num faixe lindo e muuuuitos morcegos! Gravamos um vídeo mostrando um pouco de mergulho pra vocês, infelizmente a qualidade não ficou tão boa, mas dá pra ter uma ideia boa de como é por la.

E é isso amores! Uma visita imperdível pra quem um dia decidir viajar pela paraíso da Riviera Maia.

Cancún e Riviera Maia: As ruínas de Tulum

E vamos continuar os posts da viagem??? Hoje vamos mergulhar um pouco no passado, na história do México e do povo Maia. Pra quem não sabe, os Maias representavam uma das civilizações mais desenvolvidas da era pré-colombiana. Tinham sistema de escrita que era único na época e apresentaram avanços notórios nas artes, cultura, matemática, astronomia e arquitetura. Durante muitos anos, desenvolveram cidades gigantescas, densamente povoadas e organizadas espalhadas por toda a America Central, até a chegada dos espanhóis.
Tulum é o remanescente de um dessas cidades Maia e a única que está localizada a beira-mar. Fica a cerca de 200km de Cancún, na direção Sul, mas a apenas 30km do nosso hotel – Por isso disse que é melhor se hospedar um pouco mais ao sul de Cancún se você deseja explorar a região da Riviera Maia. A cidade é cercada por uma muralha de pedra, o que originou seu nome (Tulum pode ser traduzido com “grande barreira”) e também por uma grande barreira de corais que impedia que barcos inimigos invadissem a cidade, pois eles acabavam se chocando com os recifes e afundando. A cidade funcionava como um ponto estratégico tanto militar, como de comércio, mas não foi só por isso que decidi coloca-la no nosso roteiro – o que pesou mais foi mesmo a beleza do lugar…

Ruínas de Tulum
Ruínas de Tulum

Essa era a vista que tínhamos antes mesmo de entrar na cidade. Do alto do penhasco, já era possível ver o mar com essa mistura de tons de verde azul de tirar o fôlego! Para entrar no sítio arqueológico, você paga uma entrada baratinha (cerca de 5-7 dólares) e tem a opção de caminhar até as reínas ou pagar uma passagem pra ir no trenzinho (foi o que fizemos pois estava MUITO quente no dia que fomos). Na entrada do parque tem um aviso enorme dizendo que é preciso pagar uma taxa para portar câmeras fotográficas e GoPro, mas usamos a nossa e ninguém nos cobrou nada.

Na entrada, você também tem a opção de contratar um guia pra contar mais sobre as ruínas. Optamos por não contratar, pois, apesar de muito interessante, a visita com o guia pode acabar demorando mais, então preferimos ir apenas lendo as plaquinhas do lado de cada ruína, que explicam um pouco da história do lugar.

E vamos de look?

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Optei por um macacão de malha fresquinho da Zara, pela praticidade da peça. Combinei com uma sandália também preta e com o óculos azulzinho pra dar um toque de cor. Pra finalizar e se proteger do sol, é fundamental levar um chapéu e muuuito protetor solar!!!

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SABE O QUE NÃO FALTAVA POR LA? LAGARTOS!!

O parque como um todo é super lindo e o passei muito gostoso, mas tem um ponto que, sem dúvida é o mais disputado e uma das vistas mais lindas que já vi na vida! Um mirante de onde é possível observar uma ruína que fica a beira de um penhasco banhado por uma enseada de um mar belíssimo! Essa parte da praia é protegida para para reprodução das tartarugas, por isso fica sempre deserta e tem aquela beleza de natureza intocada que não dá pra descrever. De lá, é possível sentar pra admirar a vista e tirar lindas fotos!

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PARAÍSO…

Um dos guias estava explicando que essa construção tinha um papel importante para a cidade, pois, além de servir como torre de vigia, a o feixe de luz solar que irradiava da janela da torre, em um determinado horário do dia, iluminava a água em um ponto estratégico, livre de corais, por onde era seguro passar com navios e embarcações, evitando que os navios da cidade naufragassem se chocando aos recifes de corais! Incrível, não é mesmo?

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Próximo a esse mirante, há uma escada onde é possível descer e tomar banho no mar, mas acabei não indo… estávamos meio cansados esse dias e preferimos aproveitar o restante da tarde para conhecer o cenote dos ojos, um dos pontos turísticos mais famosos da região. Além dessa praias na reínas, há outras praias próximas que é possível visitar, dentre elas a praia do paraíso, um mar calminho, claro e onde é possível fazer topless, o que pra nós brasileiros pode ser um pouco “diferente” digamos assim…

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No próximo post vou contar um pouco da nossa visita ao cenote do ojos que já falei anteriormente! Aguardem!